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Postado em 21 de Fevereiro de 2019 às 14h57

Agro sem Fronteiras - Conexão entre Brasil, Paraguai e Argentina

Mercado (133)

Através de nossa plataforma multimídia, mostraremos no decorrer de 2019, o intercâmbio comercial de sucessso entre Paraguai, Brasil e Argentina. Acompanhe também as reportagens especiais na revista impressa e conteúdos especiais em nossas redes sociais.

Os caminhos que levam commodities agrícolas através de rotas comerciais, também desenham novas perspectivas para o agronegócio do Mercosul. Ultrapassando limites territoriais, estão empreendedores rurais que buscam novas oportunidades, indústrias que se fortalecem e um mercado que torna-se referência para o mundo. 

Alcançar o ápice de produção é uma missão árdua. Manter-se no topo é ainda mais desafiador. Na corrida pela permanência no ranking dos maiores exportadores de proteína animal do Brasil, o déficit de milho é o grande inimigo de criadores e indústrias de Santa Catarina.

Para suprir esta falta, as cadeias produtivas de suínos, aves e leite do Estado compram anualmente 4 milhões de toneladas do cereal do Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul. Não é segredo que um dos grandes gargalos da produção agrícola é o frete. E ao percorrer cerca de 2 mil quilômetros, os grãos chegam em território catarinense com alto valor, o que encarece, e até inviabiliza a atividade.

Abandonar o topo não está nos planos dos catarinenses e por isso o setor se mobiliza para encontrar alternativas. A implantação da Rota do Milho, que prevê a importação dos grãos do Paraguai, passando pela Argentina, promete dar fim a este pesadelo que assombra o segmento. O novo percurso, reduzido em 350 quilômetros, refletirá diretamente no custo de produção. As primeiras cargas devem atravessar a fronteira nos próximos meses.

Maior produtor nacional de carne suína, Santa Catarina responde por mais da metade da venda do produto no exterior. O Estado mantém a segunda colocação na produção e comercialização internacional de aves. E quando o assunto é leite, os números tam- bém surpreendem. Em dez anos, a produção cresceu 82%, elevando sua posição para quarto lugar no ranking nacional.

Atualmente o Estado produz em média três milhões de toneladas por ano de milho, porém, utiliza sete milhões para alimentação de suínos e aves. Ao adquirir produtos mais baratos e retomar sua competividade, não são somente os catarinenses que lucram. A cadeia produtiva como um todo cresce, contribuindo para que o agronegócio continue sendo o alicerce da economia brasileira. Nos últimos 10 anos, as exportações do setor renderam ao Brasil US$870 bilhões, com embarques para mais de 200 países. Hoje, a China é a maior compradora. Mas não é preciso ir tão longe para entendermos a importância do intercâmbio comercial para a sustentação do mercado.

CELEIRO DO MUNDO

Chamada de ‘celeiro do mundo’, a América do Sul é considerada a maior produtora e exportado- ra de grãos do mundo. Manten- do-se na liderança do agronegó- cio, o Brasil vem ganhando grandes aliados e junto com Paraguai e Argentina desenha novas perspectivas de cresci- mento para o setor.

ROTA DO MILHO

A Rota do Milho é um dos exemplos de conexão entre os três países, que já está em fase avançada. Ela se baseia em uma conexão transfronteiriça que abre novos caminhos para chegada de insumos a Santa Catarina.

Esta estratégia vem sendo articulada por diversas lideranças dos três países. Além de Santa Catarina, o Sudoeste do Paraná e Oeste do Rio Grande do Sul também sentirão os reflexos positivos da rota. “Hoje temos um déficit de milho em torno de 3,5 milhões de toneladas/ano. Apesar das políticas do governo e iniciativa de cooperativas, estas cargas de milho são necessárias para nos mantermos competitivos no mercado”, destaca o coordenador regional Oeste do Sebrae/ SC, Enio Alberto Parmeggiani.

 

 



Los caminos que llevan commodities agrícolas a través de las rutas comerciales, también llevan emprendedores rurales que buscan nuevas oportunidades en otro país. Sobrepasando límites territoriales, están emprendedores rurales que buscan nuevas oportunidades, industrias que se fortalecen y un mercado que se convierte en referencia para el mundo.


Las cadenas productivas de cerdos, aves y lácteos de Santa Catarina, buscan en la pro- teína animal, principalmente el maíz, en otros estados de Brasil. Anualmente 4 millones de toneladas recorren más de 2 mil kilómetros para atender las necesidades de la producción catarinense, Sin embargo, todo ese camino recorrido encarece la actividad.



 

 

 

 

 

 

 

 

CELEIRO DEL MUNDO

Llamada de granero del mundo, América del Sur es considerada la mayor productora y exportadora de granos del mundo. Al mantenerse en el liderazgo del agronegocio, Brasil viene ganando grandes aliados y junto con Paraguay y Argentina diseña nuevas perspectivas de crecimiento para el sector. Un estudio realizado por la estadounidense Bain & Co apuntó que el Agro del Mercosur es el que más crece en el mundo hasta el 2050.

 

RUTA DEL MAIZ 

La ruta del maíz es unos de los ejemplos de conexión entre estos países que ja están en fases avanzadas en Paraguay. La ruta tiene como base una conexión transfronteriza que habré nuevos caminos para la llegada de insumos a Santa Catarina a través de los países vecinos Paraguay y Argentina.
Para el agronegocio catarinense, esta alternativa pasa a ser la mejor opción para solucionar la demanda de granos. Actualmente el estado produce en media 3 millones de to- neladas por año de maíz, sin embargo, utiliza 7 millones para alimentación de cerdos y aves. Además de esto, una ruta que antes era de 2 mil kilómetros recorridos, ahora pasa a tener su trayecto reducido para 350 kilómetros.

MUITO MAIS QUE NEGÓCIOS
MUCHO MÁS QUE NEGOCIOS

Suprindo necessidades, trocando experiências e estreitando relações comerciais, o agronegócio do Brasil, Paraguai e Argentina aproxima-se cada vez mais. Essa troca perpassa fatores econômicos e hoje oferece a produtores, profissionais da área técnica e empresários a oportunidade de prosperar.

UMA PARCERIA QUE TODOS GANHAM

Historicamente, o Brasil é um dos principais importadores da produção paraguaia. Hoje, o Paraguai vive uma onda de investimentos estrangeiros e a alta competividade, que resulta principalmente dos baixos impostos e custos trabalhistas, já rendeu ao país, o ape- lido de “ China do Brasil”.

Carlos Paredes é do Banco Central Del Paraguay e afirma que além do agronegócio, toda base industrial do país melhorou muito com os investimentos brasileiros. Segundo ele, 80% das empresas instaladas são bra- sileiras e a maior imigração de brasileiros é para o Paraguai. “Hoje são mais de 500 mil brasiguaios que estão no Paraguai, localiza- dos não só próximo a fronteira, como tam- bém em todo o Paraguai”, destaca.

UNA SOCIEDAD EN QUE TODOS GANAN

 

El intercambio entre Brasil y Paraguay ge- nera lucros y desenvolvimiento para ambos países. Esa relación ha sido muy amistosa y satisfactoria para los dos lados, pues se tra- ta de una acción de “gana–gana “, Sin em- bargo, para que esa sociedad se solidifique es necesario una infraestructura de logística, con mejora en la carreteras y la desburocra- tización en las áreas de fronteras.

UMA CIDADE DE BRASIGUAIOS

Naranjal é uma cidade do Paraguai com população de 10 mil habitantes. Pratica- mente 90% é de descendência brasileira. A cidade tem muitos traços do Brasil em todos os sentidos, desde a língua falada (português), até costumes culinários e de vida.
Para se ter uma ideia o prefeito da cidade é natural do Paraná.

Edoard Schaffrath lembra que o primeiro contato com as terras paraguaias foi ao lado do pai, em 1978. A região chamou muito atenção pela fertilidade e pelo baixo custo das terras, tanto que o pai comprou alguns hectares para cultivar. As idas ao país vizinho se tornaram frequentes já que necessitava fazer o desmonte da mata nativa e assim iniciar o cultivo.

Schaffrath se formou em Agronomia e antes de mudar-se para o Paraguai, morou em Chapecó (SC) e na Colômbia. A ida definitiva aconteceu em 1988 para trabalhar em uma empresa de assistência técnica e produtos químicos.

As condições de infraestrutura eram precárias e de difícil adaptação. Mas ele acredita que todas as mudanças são um desafio e a escolha foi acertada. “Não existia carro 4x4, sempre ficávamos pre-sos na estrada quando chovia. Num raio de 150 quilômetros eram apenas dois engenheiros agrônomos, então tínha- mos muito trabalho. Não existia transgênicos e as formas de aplicação eram muito rudimentares”, relembra.

As cooperativas também são muito fortes por lá. Atualmente são sete co- operativas que integram a UNICOOP. Em Naranjal, 30% dos agricultores são sócios da cooperativa da cidade. A maior fonte de renda é a soja, depois o milho safrinha, óleo de canola, cultivos de trigo e aveia.

COOPERATIVAS DA DIVERSIDADE

Assim como no Brasil, o cooperativismo é um dos grandes alicerces do agronegócio paraguaio. A Unicoop é uma central formada por sete cooperativas. Atualmente são aproximadamente 5,7 mil membros e uma disseminação grande de etnias que inte- gram esse grupo, entre eles paraguaios, brasileiros, alemães e japoneses.

A produção se concentra no plantio da soja, trigo, milho, girassol e canola, e outros parceiros também têm indústria de laticínios. “Quando o movimento cooperativista iniciou, a maioria dos cooperados eram produtores brasileiros que se agruparam para formar cooperativas. Até hoje, são eles que apoiam o setor, deixando o legado de trabalho para seus filhos, que são de nacionalidade paraguaia e que continuarão a trabalhar no setor agrícola”, conta a assessora de comunicação da Unicoop, Nelida Benitez, que ressalta ainda o legado deixado pelos brasileiros na constituição de um setor aquecido e competitivo.

POR QUE INVESTIR NO PARAGUAI?

Entre os benefícios que o governo paraguaio oferece para empresas que se instalam no país, estão:

ISENÇÃO DE IMPOSTOS e de direitos aduaneiros;

LIBERAÇÃO DE RESERVAS bancárias ou depósitos especiais para importar bens de capital;

GRANDES ÁREAS de florestas naturais, pastagens e terras férteis;

ENERGIA HIDROELÉTRICA abundante e relativamente barata;

BAIXOS CUSTOS trabalhistas;

CUSTOS FISCAIS inferiores aos dos países vizinhos;

ACESSO AOS MERCADOS internacionais através dos rios Paraná e Paraguai (com custos de frete competitivos), e um sistema de estrada com pontes internacionais.

Revista Setor Agro & Negócios CIUDAD DE BRASIGUAIOS Naranjal es una ciudad de Paraguay que tiene 10 mil habitantes y práctica- mente 90% de ellos es de descendencia brasileña. La pequeña ciudad presenta diversos...

CIUDAD DE BRASIGUAIOS


Naranjal es una ciudad de Paraguay que tiene 10 mil habitantes y práctica- mente 90% de ellos es de descendencia brasileña. La pequeña ciudad presenta diversos trazos de Brasil, desde la culi- naria hasta las costumbres de vida.
Edoard Schaffrath es alcalde de la ciudad y también brasileño. El decidió vivir en Naranjal después de conocerla a través de visitas y descubrir la fertili- dad que en aquella región podría resul- tar. Formado en Agronomía, encaro el desafío de trabajar por aquel pedazo de suelo y de desenvolver su agricultura.
Además de eso, las cooperativas son muy fuertes por allá, Son siete coope- rativas que integran la UNICOOP y 30% de los agricultores son socios. La mayor fuente de renta de la región es la soya, después el maíz safrinha, aceite de ca- nola, cultivos de trigo y avena.

 

COOPERATIVAS DE LA DIVERSIDAD

Así como en Brasil, el cooperativismo es una de las grandes bases de Paraguay. La UNICOOP es una central formada por siete cooperativas e mas de 5,7 mil miembros. Los brasileños asociados están más con- centrados entre el departamento de Alto Paraná, Canindeju y la región Este del país. La producción se encuentra en las planta- ciones de soja, trigo, maíz, girasol, canola y en la industria láctea.

Revista Setor Agro & Negócios UMA EMPRESA QUE ACOLHE OS BRASILEIROS Todos os dias, brasileiros, paraguaios e argentinos, atravessam as fronteiras para buscar oportunidades de comercializar produtos, fortalecer marcas e expandir...

UMA EMPRESA QUE ACOLHE OS BRASILEIROS


Todos os dias, brasileiros, paraguaios e argentinos, atravessam as fronteiras para buscar oportunidades de comercializar produtos, fortalecer marcas e expandir negócios. E para auxiliar neste processo, algumas empresas se especializaram para receber investidores internacionais.
A Urgos é uma empresa paraguaia voltada para o setor agrícola, criada exclusivamente para trabalhar com em- presas estrangeiras. A proposta é oferecer um serviço abrangente no desenvolvimento de toda a cadeia do agronegócio com assistência técnica e logística. “Contamos com profissionais especializados na área técnica, acompanhando clientes desde o primeiro momento para o desenvolvimento de seus negócios através de assessoria técnica, regulatória e de controle; estudos e viabilidade de mercado, no território paraguaio” explica a médica veterinária Leticia Correa, que atua na Urgos com assistente técnica e marketing empresarial.
Na visão da médica veterinária, a aproximação entre Paraguai e Brasil transformou-se em uma conexão de desenvolvimento mútuo. As empresas tornaram-se mais competitivas porque os países apostaram na industrialização para o mundo. Isso se deve às políticas econômicas, fiscais e governamentais que sustentam esse desenvolvi- mento orientado para o investimento estrangeiro.

UNA EMPRESA QUE ACOJE A LOS BRASILEÑOS
Todos los días brasileños, paraguayos y argentinos cruzan las fronteras del país para buscar oportunidades de comercialización de productos. Para auxiliar en ese movimiento que crece, algunas de las empresas están se especializando para recibir inversionistas internacionales.
La Urgos es una empresa paraguaya creada exclusivamente para trabajar en esa área y tiene como pro- puesta ofrecer un servicio de asistencia técnica y logística para la cadena del agronegocio.
Na visão da médica veterinária Leticia Correa, da Urgos, a aproximação entre Paraguai e Brasil transformou- se em uma conexão de desenvolvimento mútuo.

HERMANOS ARGENTINOS

Na Argentina o intercâmbio também acontece e muitos brasileiros já tem o país como casa. Porém, as relações comerciais com a Argentina ainda engatinham e estão em fase de projeto e estudo pelas autoridades brasileiras.

Contudo, a migração de brasileiros para Argentina já acontece há alguns anos. Jenaro Yohann Nasi é natural do Rio Grande do Sul, da cidade de Horizontina e hoje reside em Pozo Azul/ ARG. Lá dedica-se a plantação de fumo, milho e gado de corte.

Ele lembra que a mudança de país aconteceu em 1976. Foi quando seu pai se naturalizou e regularizou todos os documentos. “Meu pai veio em busca de terras maiores e mais produtivas. Hoje produzimos de tudo um pouco”, conta. A maior parte da população da cidade de Pozo Azul é brasileira, segundo Jenaro.

Lá a família conquistou uma vida melhor. Para se ter uma ideia, quando chegaram, há 20 anos, não tinham praticamente nada. Hoje, entre todos os irmãos, possuem mais de 2 mil hectares de terra e aproximadamente 2,5 mil cabeças de gado e uma vida econômica estável.

HERMANOS ARGENTINOS
// En la Argentina el intercambio tam- bién acontece y muchos brasileños ja tienen el país vecino como casa. Sin embargo, las relaciones comerciales están en fases iniciales de estudio por las autoridades brasileñas.
Sin embargo, la migración de brasi- leños ja sucede hace algunos años. Je- naro Yohann Nasi es natural de Rio grande do Sul/Brasil. De la ciudad de Horizontina y hoy es residente en Pozo Azul/Arg. En ese lugar se dedica a la plantación de fumo, maíz y cría de ganado de corte.

AINDA EM ESTUDOS

A relação do Brasil com a Argentina ainda é recente, mas os hermanos querem replicar o modelo Paraguaio compartilhado com o Brasil, devido aos potenciais da região de Misiones, localizada no Nordeste do país. A área dispõe de mais de 400 mil hectares de terras produtivas que estão abandonadas por falta de mão de obra.

Se para os Argentinos, a área é desprezada, para o Brasil, pode tornar-se a “galinha dos ovos de ouro”. Quem explica é o presidente da Fecoagro, Claudio Post, destacando que o local é estratégico para o transporte de milho até Santa Catarina. “Levaríamos tecnologias brasileiras para a região de Missiones, desenvolvendo o território e trazendo milho para cá”, revela.

O processo está em estudos, levando em conta questões políticas e de trâmites para exportação e importação. “Precisamos levar sementes, adubos e maquinários. Para isso acontecer, é preciso da autorização do governo e condições políticas mais favoráveis para que essa parceria aconteça”, explica Post.A relação do Brasil com a Argentina ainda é recente, mas os hermanos querem replicar o modelo Paraguaio compartilhado com o Brasil.

AÚN IN ESTUDIOS
La relación de Brasil con Argentina es reciente. Por lo mismo, los hermanos ar- gentinos quieren implantar un modelo paraguayo de desenvolvimiento que viene realizandose con Brasil principalmente en la región de Misiones, ja que el área dispone de más de 400 mil hectáreas de tierras productivas y abandonadas por falta de mano de obra.
El local es una óptima oportunidad para el transporte de maíz para Santa Catarina. El proceso está en estudios, hasta por cuestiones políticas y de cómo serán rea- lizadas las transacciones para exportación e importación.

Um dos integrantes da equipe que está à frente do projeto é o coordenador da Subsecretaria de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Territorial de Misiones, Jerónimo Lagier. Segundo ele, a ideia é produzir um milhão de toneladas de milho em Misiones para vender em Santa Catarina, com base em um esquema de associativo, ou seja, acordos entre grupos de agricultores de Misiones e cooperativas dos dois países.
O diretor Nacional de Programas de Desenvolvimento Regional de Misiones, Walter Kunz, e também autor do projeto, salienta que o todos os trâmites ainda estão em fase inicial e que o caminho para tornar-se realidade, ainda é longo.

VANTAGENS DA INTEGRAÇÃO ENTRE BRASIL E ARGENTINA
» Com a topografia similar, o maquinário apropriado para cultivar em Misiones é o mesmo que o usado em SC (largura de trabalho, escala e potência). Além disso, com preço e facilidades financeiras.
» A genética do milho usada em SC é mais apropriada para Misiones do que os desenvolvidos na Argentina.
» Replicar o modelo de produção integrada em Santa Catarina em Misiones;
» Gerar alternativas para a produção de erva-mate, chá, arborização e tabaco;
» Conseguir um modelo de alta produtividade, exportador, baseado na agricultura familiar;
» Misiones é a província com a maior proporção de agricultores familiares no país;
» O tamanho médio das propriedades força a manutenção de produções intensivas e lucrativas para serem sustentáveis.

O início do Projeto Agro Sem Fronteiras já apresenta um pequeno recorte de como a relação entre os três países vem fortalecendo o agronegócio. Derrubando preconceitos, estreitando relações e abrindo novos caminhos, este intercâmbio promete revolucionar. Se você faz parte do agro destes países e quer contar sua história, envie um e-mail para redacao@setoragroenegocios.com.br. Não perca os próximos capítulos !


El inicio del Proyecto Agro Sin Fronteras ya presenta un pequeño recorte de cómo la relación entre los tres países viene fortaleciendo el agronegocio. Derribando prejuicios, estrechando relaciones y abriendo nuevos caminos, este intercambio promete revolucionar. En el caso
de las redes sociales, las novedades del proyecto. Si usted forma parte del agro de estos países y quiere contar su historia, envíe un e-mail a redacao@setoragroenegocios.com.br.
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